sábado, 2 de outubro de 2010

Roça Agostinho Neto

2 comentários:

fernando carvalho centeio disse...

Bonita imagem onde se vê o que foi considerado o segundo hospital do País (local onde nasci), ao lado a linda Igreja da Nossa Senhora Do Carmo,onde fui baptizado, atrás a árvore sapatina que deve ser uma árvore centenária.
Já que tu estás no ramo do turismo,faça o apelo para que preservem todo aquele património da era dos Portugueses.
Nem toda a história é contada ou escrita.
Jamais esquecerei o meu País S.Tomé,onde o meu pai sr. Centeio, no ano de 1953 (batepá) ele como Português teve que participar na altura como motorista do camião de transporte de escravos capturado,ajudou muitos a fugirem e empurrou um português fora do camião por este querer abater um dos prisioneiros.Como já era conhecido de muitos foros São-tomense;dirigiam a ele (sr. Centeio) afim de os ajudar a libertar os seus familiares já escravo; ele por sua vez ia pedir para os soltar dizendo que eram seus empregados,usando a mentira, para salvar vidas humanas!
Isto porque na altura ele tinha uma oficina e loja de material electrico onde chegou a ser ervanária em S, Tomé nos anos 80.Claro que infelizmente a maioria daqueles sobreviventes já não estão entre nós, tal como o sr. Centeio.Esta é uma desconhecida para muita gente,visto que não foi escrita e nem contada.Acredito que em cada bocadinho de S, Tomé e Principe há uma história para contar.Persevem o património daquele pequeno grande País conhecido como uma perola no ociano atlantico que é S.Tomé e Principe.

ÁLVARO GÓMEZ CASTRO disse...

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